BC muda classificação e já vê C6 entre os maiores bancos do Brasil

16/06/2026
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Instituição subiu da categoria S3 para a S2, que tem regras regulatórias mais rigorosas (Por Altamiro Silva Junior (Broadcast)) - foto divulgação -

O C6 Bank passou a fazer para do grupo das maiores instituições financeiras do Brasil. O banco, que tem como sócio o americano JPMorganChase, acaba de ser promovido pelo Banco Central da categoria S3 para a S2.

A segmentação do Banco Central divide os bancos em cinco categorias, do S1 ao S5, de acordo com o tamanho de seus ativos e sua relevância no sistema. Na primeira delas, a S1, estão os bancões tradicionais, como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil. Já para estar na categoria S2, que inclui nomes como BV, Safra, Sicredi e Sicoob, é preciso apresentar, por três semestres consecutivos, ativos que superam 1% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Com a mudança de categoria, o C6 passa a estar sujeito a regras regulatórias ainda mais rigorosas, mas entra no radar de mais investidores. Muitos fundos de pensão, por exemplo, tendem a só comprar papéis de bancos S1 ou S2.

Licença existe desde a fundação
Ao contrário de outros bancos digitais, o C6 já nasceu, em 2019, com licença regulatória do BC para operar como banco múltiplo. É a mesma licença que o Nubank, que nasceu como uma fintech, tenta conseguir agora. Para isso, está na disputa para comprar a operação do grupo financeiro português Caixa Geral de Depósitos no Brasil, ficando assim com suas licenças.

“Nunca fomos uma fintech. Recebemos licença do Banco Central para operar como banco múltiplo antes mesmo do nosso lançamento, em 2019”, comenta o diretor financeiro do C6, Philippe Katz. “Integrar o segmento S2 é um passo natural na trajetória do banco, mostra a robustez do modelo de negócio que construímos e nos coloca entre os principais bancos do país.”

O C6 Bank tem 40 milhões de clientes e oferece mais de 100 produtos e serviços financeiros, para pessoas físicas e jurídicas. O banco fechou 2025 com R$ 148 bilhões em ativos e lucro líquido de R$ 2,5 bilhões. A carteira de crédito somou R$ 89,3 bilhões. (Fonte: Estadão)

Notícias FEEB PR

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