Sindicato protesta contra falta de funcionários em agência do Banco do Brasil
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região realizou, na manhã desta sexta-feira, 8 de maio, um protesto na agência 3424-X Artur Alvim, do Banco do Brasil, na zona leste da capital paulista. A mobilização teve como objetivo denunciar a falta de funcionários, a sobrecarga de trabalho e os impactos enfrentados tanto pelos bancários quanto pela população atendida na unidade.A agência opera com equipe reduzida diante da alta demanda da região. Atualmente, quatro cargos permanecem vagos, sem reposição por parte do banco, o que tem provocado longas filas, aumento do tempo de espera no atendimento, estresse entre clientes, além de sobrecarga e adoecimento dos trabalhadores. A situação afeta principalmente aposentados e moradores da região, uma área populosa e periférica da cidade que vem sofrendo com a redução do número de agências bancárias nos últimos anos.
Durante o protesto, dirigentes sindicais conversaram com bancários e clientes para explicar os problemas enfrentados na unidade e cobrar providências do Banco do Brasil. O Sindicato reivindica a contratação de mais funcionários e melhores condições de trabalho para os empregados da agência. O dirigente sindical e bancário do Banco do Brasil, João Maia, criticou a manutenção do quadro reduzido de pessoal e destacou seus impactos sociais.
“Estamos falando de uma agência que atende uma população numerosa, com muitos aposentados e pessoas que dependem do atendimento presencial. A falta de funcionários prejudica os clientes e adoece os trabalhadores, que convivem diariamente com pressão, filas e excesso de demandas. O Banco do Brasil precisa recompor imediatamente o quadro da unidade e garantir condições dignas de trabalho e atendimento”, afirmou Maia.
O Sindicato seguirá acompanhando a situação da agência Artur Alvim e cobrando do banco soluções efetivas para reduzir a sobrecarga e melhorar o atendimento à população. Sempre que necessário, os trabalhadores podem entrar em contato com o Sindicato em seus canais oficiais e também de forma anônima, por meio do Canal de Denúncias da entidade. (Fonte: Seeb SP)
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