Seis em cada dez servidores da Caixa reclamam de assédio moral no trabalho

30/06/2022
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Agência da caixa econômica federal em Curitiba, banco estatal (Por Rennan Setti e Mariana Barbosa)

Pedro Guimarães teria assinado acordo para encerrar caso de assédio em outro banco.

Anos antes de ser investigado por assédio sexual na Caixa pelo Ministério Público Federal, Pedro Guimarães teria celebrado acordo extrajudicial para encerrar denúncia sobre sua conduta na época em que era sócio do banco Brasil Plural .

O caso foi relatado à coluna por pessoas que trabalharam com o executivo no passado. Uma das fontes afirma que o acordo envolveu o pagamento de centenas de milhares de reais à vítima para encerrar o caso.

Não estão claros, porém, os detalhes da denúncia, nem se o caso chegou a ser reportado a autoridades policiais ou à Justiça.

Guimarães ficou no Brasil Plural de 2011 a 2018, período em que, segundo relato de funcionários, protagonizou outros casos de assédio. Antes, como noticiado ontem, o executivo passou por bancos como BTG e Santander, onde sua conduta também levou a queixas de assédio.

A coluna não conseguiu contato com Guimarães, que negou ontem todas as denúncias apuradas contra ele na Caixa e disse ter uma “vida inteira pautada pela ética”.

Procurado, o Banco Genial disse “não ter conhecimento de nenhum acordo firmado por Pedro Guimarães quando era sócio do grupo, para encerrar acusação de qualquer natureza.”

“Adicionalmente, o banco esclarece que não celebrou diretamente nenhum acordo nesse sentido”, acrescentou o banco. (Fonte: UOL)

Notícias Feeb/Pr

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